Carta aberta a meu chefe:

Quando o corpo humano foi feito pela primeira vez, todas as partes do corpo queriam ser chefe.
O cérebro foi o primeiro a dizer:
– Como sou o órgão que controla tudo e sou capaz de raciocinar, eu serei o chefe.
As pernas disseram:
– Nós conduzimos o corpo, nós é que devemos ser o chefe.
Os olhos reclamaram:
– Ora, se somos nós que vemos todas as coisas, avisamos da eminência do perigo, nós é que devemos ser o chefe.
E assim prosseguiu a discussão:
– O coração, os pulmões, os ouvidos, emfim, todas as partes do corpo queriam ser chefe.
Quando a discussão estava pegando fogo, ouviu-se uma voz:
– Eu serei o chefe. Era o cu, que finalmente dava a sua opinião!
Todos caíram na gargalhada. Como poderia o Cu ser chefe? Foi aquela gozação…
O cu ficou bastante chateado, retirou-se da reunião e recusou-se a trabalhar e… deixou de cagar!!!
Pouco dias depois, o cérebro estava febril, os olhos não podiam abrir, os pulmões e o coração esforçavam-se, mas não agüentavam mais. O mal estar era geral.
Então, reuniram-se implorando ao cérebro para deixar o Cu ser chefe, caso contrário, o corpo morreria.
E assim aconteceu: Todo o corpo humano trabalhava e o Cu chefiava. Era uma cagada atrás da outra.
Moral da estória:
Qualquer cuzão pode ser chefe!

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