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Menino do Rio

Classico…

Surfando na net, mas precisamente no facebook do Julio Adler..

Vídeo

Comunidade Surfe

Vi este video hoje compartilhado no facebook do Edinho Leite …

Meu comentário após assistir foi : High surf!

É insano e pra poucos..

Tahiti..

Imagem

Surfando no Face – Psicodelia para o feriado

Hj surfando no face achei umas imagens colocadas pelo meu camarada Eloi

OBS; USE COM MODERAÇÃO

fractal 2

Rede Social

VOLTAMOS A CENSURA!! ABAIXO A DITADURA

O “grande” e “maravilhoso”,FACEBOOK, mais uma vez me bloqueou..
Agora por 30 dias…
Nossa o que vou fazer da vida? E agora? Meu Deus…..
Só rindo mesmo.. ahahaha

Uso o Facebook, diariamente com o intuito de fazer negócios e trabalhar.
Como meu trabalho exige que eu faça contato com as pessoas, vez ou outra mando solicitações de amizades a possíveis pessoas que tenham o mesmo interesse que eu.

A partir de hoje não estarei mandando solicitação de amizade para mais ninguém…
As pessoas ao invés de ignorar e dizer não, simplesmente tornam isso uma acusação.
Uma ofensa…
Hj me senti no jardim da infância com 7 anos, quando sem ter muita noção do certo e errado, já vinha alguém acusando e alguém punindo.

To “andando” . Literalmente para este bloqueio…

o QUE QUESTIONO AQUI É ALGUÉM OFENDIDINHO, OU OFENDIDINHA POR QUE TALVEZ NÃO ME CONHEÇA E AO INVÉS DE ABRIR A MENTE E OBSERVAR O QUE OCORRE QUER SACANEAR…

NÃO A CENSURA!!!! NÃO AO EUA!!!!! CHEGA DE CONTROLE

SE ME DELETAREM VCS SABEM ONDE ME ENCONTRAR!!!

BOA TARDE FACEBOOKANOS……..

Armando a revolução!!!Singularity University

uma notícia que deve ser repassada..
Abs Denis Abessa


Empresário e surfista, Rob Nail comanda universidade que quer salvar o mundo

Novo CEO da Singularity University diz saber como a energia limpa pode vencer as petrolíferas, como fazer israelenses e palestinos trabalharem juntos – e mais

Pedro Carvalho, iG São Paulo | 16/03/2012 05:55

A vida de Rob Nail, 38, pode parecer um sonho. Ele fundou uma empresa de sucesso – não só isso, uma empresa de robótica ultramoderna, que fornecia tecnologia para cientistas trabalharem na cura do câncer. Parece legal? Ficou ainda melhor. Em 2007, vendeu o negócio para uma corporação gigante, ficou rico e decidiu passar um tempo surfando na Indonésia. Pense. Só uma coisa muito bacana faria alguém nessa situação voltar ao batente. Para Rob, essa coisa foi a Singularity University, ou Universidade da Singularidade, da qual virou CEO em outubro.

“O propósito da universidade é encontrar soluções para os grandes problemas, como energia, comida, água, saúde, educação, pobreza”, explica ele. “Trazemos pessoas do Bando Mundial, da ONU, de fundações, para entender quais são os reais problemas. Depois, chamamos executivos e cientistas, para ver como estão lidando com essas questões. No final, as turmas desenvolvem projetos que possam impactar um bilhão de pessoas em dez anos.”

Rob falou ao iG sobre a crise econômica, fez críticas ao Vale do Silício, na Califórnia (EUA) – onde fica a Universidade e as empresas mais inovadoras do mundo – e revelou novos projetos revolucionários. Por exemplo, fazer israelenses e palestinos trabalharem lado a lado, ou usar o próprio capitalismo para fazer a energia limpa bater as grandes petrolíferas. Veja, abaixo, os principais trechos da entrevista.

iG: Como a Universidade da Singularidade (US) vê a crise econômica internacional?
Rob Nail: A grande sacada da singularidade foi perceber que a evolução exponencial da tecnologia (conhecida por Lei de Moore) se aplica a uma série de outras áreas, como biotecnologia, robótica e negócios. Em qualquer um desses campos, a evolução gera mais evolução, permitindo mudanças cada vez mais rápidas, numa curva exponencial. Mas se isso correr sem que sejam previstas as implicações, o resultado pode ser muito ruim. A crise está arraigada nessa aceleração exponencial – e não totalmente compreendida – das coisas. Ao mesmo tempo, isso tudo criou as maiores oportunidades de negócios jamais vistas.

Do meu ponto de vista, uma grande razão é também o envelhecimento da população. Os EUA são um país onde a população envelheceu. A geração ‘baby boom’ está velha, não gasta mais dinheiro, não produz mais bens. Isso, infelizmente, ocorre nos EUA e impacta o mundo.

iG: Qual ideia da US poderia causar impacto positivo nesse cenário?
Rob Nail: Existem várias. Muitas saíram da universidade e se tornaram empresas, como a Get Around [que atua no compartilhamento de veículos], que tem grande potencial de impacto nos EUA, onde há 400 milhões de automóveis e 300 milhões de pessoas, ou a SU Coin, uma moeda virtual local.

Neste último programa, aconteceu algo interessante. Um empresário israelense viu uma de nossas competições e disse que pagaria se quiséssemos fazer uma competição na Palestina. Fizemos a competição. Estudantes israelenses e palestinos trabalharam juntos nos projetos. E um dos vencedores criou algo que vamos lançar agora, chamado Peace Project.
O projeto levanta fundos de pessoas interessadas na paz. Esses fundos servem para fazer israelenses e palestinos trabalharem juntos. Como? Existem muitos sites de contratação de freelancers [trabalhos temporários] na internet. Se um grupo [interessado em pegar um trabalho] for formado por dois israelenses e dois palestinos, por exemplo, eles recebem uma espécie de patrocínio desse fundo. Então, se um trabalho no site ia custar 60 mil dólares, esse grupo pode se oferecer para fazer por 30 mil, porque o fundo paga os outro 30 mil para eles. É um projeto que será lançado em breve.

iG: Qual seria uma crítica justa que poderia ser feita ao Vale do Silício?
Rob Nail: O Vale é uma cultura bastante isolada. Acontece de um empreendedor tentar criar uma solução para os africanos, sem nunca ter posto os pés em uma vila africana. Coisas assim. É uma comunidade bastante desconectada. Além disso, somos tão otimistas, achamos tanto que conseguimos solucionar qualquer problema, há tanto dinheiro lá, que às vezes o jovem empreendedor do Vale do Silício é muito inocente.

iG: Por que você abandonou a carreira para ir surfar?
Rob Nail: Eu vendi minha empresa. Fazia MBA e desisti para fundar uma empresa, para fazer robôs. Vendi para a Agilent, uma grande corporação. O que eu amava na minha empresa é que trabalhávamos com cientistas que estavam buscando a cura do câncer. Eu fazia uma tecnologia ‘supercool’, que os cientistas usavam. Era incrível. Quando vendi, a Agilent só se importava com os resultados financeiros, o foco era números, não impacto. Então, decidi parar [em setembro de 2009].

Fiquei três meses na Indonésia, em Bali… Mas aí encontrei Peter Diamandis [fundador da X Prize Foundation, que dá prêmios de até US$ 10 milhões para idéias revolucionárias] e ele me contou que estava fundando a US. Eu fui conhecer e pirei. Coloquei dinheiro para custear o início da universidade, me tornei sócio e, em outubro, virei CEO [Rob também é cofundador de outra empresa, a Alite Design].

iG: O que faz um CEO da US?
Rob Nail: Quero expandir o componente educacional. Eu estava no México há duas semanas, fui para Hungria, Israel, agora estou aqui e vou para o Chile, Moscou, Itália… É preciso espalhar a visão e construir grupos locais. Lançar competições ao redor do mundo, para encontrar idéias que possam impactar um milhão de pessoas em São Paulo, Budapeste ou qualquer lugar. Encontrar caminhos para fazer essas idéias virarem empresas. No próximo ano, vamos criar centenas de projetos em cinquenta ou cem países, para que se tornem empresas que solucionem problemas locais.

iG: As grandes corporações permitiriam que uma ideia revolucionária virasse realidade?
Rob Nail: Veja essa história. No começo do século 18, Napoleão deu um jantar para o rei de Sião, um jantar muito luxuoso. Para os generais, foi dado talheres de prata. Napoleão e sua família usaram ouro. Para o rei, que era o convidado mais especial, foi dado talheres de alumínio. Porque naquela época, alumínio era algo muito raro. Mas o alumínio é abundante na natureza. Cem anos depois, descobrimos a eletrólise [que tornou o alumínio banal] e agora jogamos alumínio no lixo.

Agora pense no problema da energia. Hoje, todos brigam – petrolíferas, empresas, governos – por esse recurso que parece escasso. Mas, em uma hora, o planeta é banhado com mais energia do sol do que toda a humanidade usa durante um ano. Nós não temos um problema de energia, temos problema para captar energia. O preço dos painéis solares caiu mais de 50% no último ano – e isso está acelerando. Algumas pessoas já dizem que, ainda nessa década, o custo de energia solar será menor que o da energia baseada em carvão. Isso altera a estrutura de poder. É uma questão de preço de commodity: se for mais barato, a mudança acontece. Uma petrolífera não pode mudar isso.

fonte>Pedro Carvalho,facebook , Denis abessa, ig

iMAGEM Do face de um amigo:

A FRASE É VELHA MAS ATUAL: A UNIÃO FAZ A FORÇA!

E A LUISA?

sEI LÁ TÁ NO cANADÁ,
nO pARÁ
NO AMAPÁ
O QUE IMPORTA????
HJ PARA CHECAR , E CONVERSAR COM ALGUNS AMIGOS, FORNECEDORES E DAR AQULA “SURFADA” NO FACEBBOK
SÓ SE FALAVA DE lUISA PRA LÁ E PRA CÁ….

OLHA TA ENTRANDO UMA FRENTE FRIA, E AQUI ONDE ESTOU COMEÇOU A CHOVER MUITO…

DEIXA PRA LÁ
VOU É CHECAR AS CONDIÇÕES E DEPENDENDO DO QUE FALAR LÁ… AMANHÃ VOU É SURFAR

UM ABRÇO LUÍZA

RADIO LIVE SURF

O QUE É BOM NÓS DIVULGAMOS!!!
RADIO LIVE SURF, CURTA UMA OPÇÃO FORA DO MAINSTREAM !

PROCURA NO FACEBOOK OU

VAI LÁ:


http://www.livesurf.com.br/site/index.php/radio-live-surf.html

Teoria da conspiração…

Acho que uma teoria da conspiração, entre muitas existentes esta prestes a ser revelada.

TODO MUNDO QUE ENTRA NA REDE MUNDIAL DOS COMPUTADORES ESTA SENDO RASTREADO E TUDO ISSO FOI MONTADO PARA “CODIFICAR” 70 % DA POPULAÇÃO MUNDIAL.

vale lembrar que o inicio da internet foi para uso militar americano, se não me engano.

olha essa noticia abaixo…verdade ou não, dá medo, mas todos nós estamos cadastrados num banco de dados de alguem, carne e osso como nós.

Quem????

Alguém…

Hoje todos nós somos IDs.

Facebook diz que não há violação de segurança ou privacidade de dados dos usuários

Se nada fica gravado em lugar nenhum, como eles encontram os usuarios que fazem coisa errada, tipo pedofilia estelionato etc…

Olha a noticia e clique no link:

Ae Fiotinho de orelha seca!!!!

Do Face do camaradaço Danilo:

Danilo Bonora

VÁRIOS ME PERGUNTAM:”E AÍ BONORA JÁ ESTÁ COM SEU INGRESSO DO SHOW DO SUBLIME NA MÃO?”

– “O FIÓTINHO DE OREIA SECA,INGRESSO PRA QUE…INVASÃO S.A!!!!”KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Salve facebook: Conexão Africa do Sul -surfe e raiz

Hoje em conexão com meu brother DÚ, o mais novo integrante,
Não poderia deixar de citar as frase de um cara cool, outsider e que vive o life style com intensidade.
SURFE, ROOTS AND SHANTI

Arrebanta em J-Bay Camarada.
bem vindo a Máfia
abs e Namaste

DU MaTTO:
“Po to morando em jeffreys bay pelos ultimos dois anos …(Manja “aquela direita”)eeeee….mas vou mudar pra floresta agora…mas tem surf a 15 minutos ….”

“Abencoados e bem-aventurados sejamos nos ….quando um ou mais focalizam a energia positiva da mesma parte do espectro ,nao mais estao separados pela ilusao de espaco e de tempo….somos um sergiao!!!!tamo junto..reggae o seu coracao e va a luta!!!!blessings….”

“Bencao !!!!!!somos um bless!!!!!!! Booommm shiva dam dara dam!!!!’

CAIU NA REDE… TA PESCADO.

Em tempos de: twitter, msn, facebook, orkut, entre outros…

ou vc se relaciona na vida normal ou passa o dia nas redes de relacionamento…

EU FICO COM A PRIMEIRA OPÇÃO!