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E QUEM DISSE QUE NÃO TEM PENA DE MORTE NO BRASIL. ABSURDO!!!!!!

Surfista baleado não resiste a ferimentos e morre em SC

http://esportes.terra.com.br/surfe/surfista-baleado-nao-resiste-a-ferimentos-e-morre-em-sc,cabaeb0ad080b410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

Drunk Surfer = Wipe out!!!

fazia tempo que nao postava uma da serie: tem argentino no surf.

FIGUE DIEL

Figue é um cara que ama a vida.

Surfista, escalador, professor de Yoga…

O cara é apaixonado pela vida e pelo lifestyle que tem.

Ele perdeu a visão num acidente da carro há anos atrás , mas não desanimou e seguiu em frente.

Grande figura, grande exemplo de vida e superação..

Vida longa a Figue Diel

Surfer Elephant??? Fuckin Crazy LSD!!!!!

GREEN CAP

green cap

Vamos vigiar o Parafina!!!!

Pessoal, para quem não conhece, o Parafina é um cachorro que vive com os guarda-vidas e os surfistas no Emissário. Ele é muito bem cuidado e se tornou companhia constante das pessoas que trabalham ali na praia. Esses dias, porém, alguém reclamou dele numa rádio e dias depois uma senhora tentou levá-lo de lá. Um de seus cuidadores viu e a tal senhora fugiu.
Para evitar maiores problemas, o Parafina foi chipado e registrado oficialmente no nome de seus cuidadores, além disso receberá uma placa de identificação com nome e telefone.
A Karim Salazar, uma das cuidadoras, pede que compartilhemos a foto e divulguemos que o Parafina tem dono.

parafina

O primeiro surfista cego a surfar Pipeline.

Esse é para vc que fica no sofá reclamando ou vc qua acha Pipeline perigoso demais…..

O filme vem ai, por enquanto vai o trailer….

Film Synopsis for BEYOND SIGHT:
Amidst the small beautiful city of Guarapari, Brazil, Derek Rabelo’s father prayed that his son would become a famous professional surfer. His father named his son after the legendary Pipeline surfer Derek Ho, the embodiment of his dream. Unfortunately on May 25th 1992, his prayer seemed unanswered when Derek was born blind. Seventeen years later Derek decided that despite his blindness he still wanted to surf and that he wanted to surf Pipeline on the North Shore of Oahu. Through the encouragement of his parents, best friend, and surf coach, Derek embarked on a three-year journey of grueling mental, physical and spiritual training. Join Derek as he perseveres towards his goal of surfing Pipeline and along the way inspires the best surfers in the world including Kelly Slater, Gerry Lopez, Tom Curren, Damien Hobgood, Derek Ho, Laird Hamilton, Lakey Peterson, Coco Ho, and the entire surfing world. You will learn from Derek’s story that the best journeys in life are walked by faith, and not by sight.

SURFER,FREE SURFER, SOUL SURFER, PROFESSIONAL SURFER

O surfe evoluiu e continua evoluindo a cada onda surfada.
Novos picos, novos materiais,novas “jogadas” e muito pouca essência.
Eu não estou nem ai para os que me taxam de chato, saudosista entre outras coisas..
Surfe meu camarada é também fora da água….Nas atitudes e nos desafios
Observa os caras mais cool do surfe, no Brasil e no Mundo e você percebe que estes caras são os verdadiros surfistas.
Quanto ao rótulo, nem sei o que dizer,portanto vou falar por mim.
O rótulo é a imaginação e o julgamento do ser humano.
Para mim não importa o rótulo,e sim o ato em si, portanto costumo dizer que:PEGO ONDA e ponto.
Surfe para mim é uma religião a ser seguida com fé…mas cada um é Livre(FREE) para seguir
seu caminho, apreciar o espírtio de liberdade, que se sente na Alma(SOUL) após aquela épica sessão com os amigos.
Profissional(PROFESSIONAL) é aquele que luta com ética e dignidade para que o surfe seja sempre essência.

Quem fica se gabando demais falando eu sou isso ou eu sou aquilo é apenas UMA FALSA POSE.
Quem surfa vai lá e se diverte sem bla bla bla!!!!
Surfa para si e não para quem está olhando !!!!

Armando a revolução!!!Singularity University

uma notícia que deve ser repassada..
Abs Denis Abessa


Empresário e surfista, Rob Nail comanda universidade que quer salvar o mundo

Novo CEO da Singularity University diz saber como a energia limpa pode vencer as petrolíferas, como fazer israelenses e palestinos trabalharem juntos – e mais

Pedro Carvalho, iG São Paulo | 16/03/2012 05:55

A vida de Rob Nail, 38, pode parecer um sonho. Ele fundou uma empresa de sucesso – não só isso, uma empresa de robótica ultramoderna, que fornecia tecnologia para cientistas trabalharem na cura do câncer. Parece legal? Ficou ainda melhor. Em 2007, vendeu o negócio para uma corporação gigante, ficou rico e decidiu passar um tempo surfando na Indonésia. Pense. Só uma coisa muito bacana faria alguém nessa situação voltar ao batente. Para Rob, essa coisa foi a Singularity University, ou Universidade da Singularidade, da qual virou CEO em outubro.

“O propósito da universidade é encontrar soluções para os grandes problemas, como energia, comida, água, saúde, educação, pobreza”, explica ele. “Trazemos pessoas do Bando Mundial, da ONU, de fundações, para entender quais são os reais problemas. Depois, chamamos executivos e cientistas, para ver como estão lidando com essas questões. No final, as turmas desenvolvem projetos que possam impactar um bilhão de pessoas em dez anos.”

Rob falou ao iG sobre a crise econômica, fez críticas ao Vale do Silício, na Califórnia (EUA) – onde fica a Universidade e as empresas mais inovadoras do mundo – e revelou novos projetos revolucionários. Por exemplo, fazer israelenses e palestinos trabalharem lado a lado, ou usar o próprio capitalismo para fazer a energia limpa bater as grandes petrolíferas. Veja, abaixo, os principais trechos da entrevista.

iG: Como a Universidade da Singularidade (US) vê a crise econômica internacional?
Rob Nail: A grande sacada da singularidade foi perceber que a evolução exponencial da tecnologia (conhecida por Lei de Moore) se aplica a uma série de outras áreas, como biotecnologia, robótica e negócios. Em qualquer um desses campos, a evolução gera mais evolução, permitindo mudanças cada vez mais rápidas, numa curva exponencial. Mas se isso correr sem que sejam previstas as implicações, o resultado pode ser muito ruim. A crise está arraigada nessa aceleração exponencial – e não totalmente compreendida – das coisas. Ao mesmo tempo, isso tudo criou as maiores oportunidades de negócios jamais vistas.

Do meu ponto de vista, uma grande razão é também o envelhecimento da população. Os EUA são um país onde a população envelheceu. A geração ‘baby boom’ está velha, não gasta mais dinheiro, não produz mais bens. Isso, infelizmente, ocorre nos EUA e impacta o mundo.

iG: Qual ideia da US poderia causar impacto positivo nesse cenário?
Rob Nail: Existem várias. Muitas saíram da universidade e se tornaram empresas, como a Get Around [que atua no compartilhamento de veículos], que tem grande potencial de impacto nos EUA, onde há 400 milhões de automóveis e 300 milhões de pessoas, ou a SU Coin, uma moeda virtual local.

Neste último programa, aconteceu algo interessante. Um empresário israelense viu uma de nossas competições e disse que pagaria se quiséssemos fazer uma competição na Palestina. Fizemos a competição. Estudantes israelenses e palestinos trabalharam juntos nos projetos. E um dos vencedores criou algo que vamos lançar agora, chamado Peace Project.
O projeto levanta fundos de pessoas interessadas na paz. Esses fundos servem para fazer israelenses e palestinos trabalharem juntos. Como? Existem muitos sites de contratação de freelancers [trabalhos temporários] na internet. Se um grupo [interessado em pegar um trabalho] for formado por dois israelenses e dois palestinos, por exemplo, eles recebem uma espécie de patrocínio desse fundo. Então, se um trabalho no site ia custar 60 mil dólares, esse grupo pode se oferecer para fazer por 30 mil, porque o fundo paga os outro 30 mil para eles. É um projeto que será lançado em breve.

iG: Qual seria uma crítica justa que poderia ser feita ao Vale do Silício?
Rob Nail: O Vale é uma cultura bastante isolada. Acontece de um empreendedor tentar criar uma solução para os africanos, sem nunca ter posto os pés em uma vila africana. Coisas assim. É uma comunidade bastante desconectada. Além disso, somos tão otimistas, achamos tanto que conseguimos solucionar qualquer problema, há tanto dinheiro lá, que às vezes o jovem empreendedor do Vale do Silício é muito inocente.

iG: Por que você abandonou a carreira para ir surfar?
Rob Nail: Eu vendi minha empresa. Fazia MBA e desisti para fundar uma empresa, para fazer robôs. Vendi para a Agilent, uma grande corporação. O que eu amava na minha empresa é que trabalhávamos com cientistas que estavam buscando a cura do câncer. Eu fazia uma tecnologia ‘supercool’, que os cientistas usavam. Era incrível. Quando vendi, a Agilent só se importava com os resultados financeiros, o foco era números, não impacto. Então, decidi parar [em setembro de 2009].

Fiquei três meses na Indonésia, em Bali… Mas aí encontrei Peter Diamandis [fundador da X Prize Foundation, que dá prêmios de até US$ 10 milhões para idéias revolucionárias] e ele me contou que estava fundando a US. Eu fui conhecer e pirei. Coloquei dinheiro para custear o início da universidade, me tornei sócio e, em outubro, virei CEO [Rob também é cofundador de outra empresa, a Alite Design].

iG: O que faz um CEO da US?
Rob Nail: Quero expandir o componente educacional. Eu estava no México há duas semanas, fui para Hungria, Israel, agora estou aqui e vou para o Chile, Moscou, Itália… É preciso espalhar a visão e construir grupos locais. Lançar competições ao redor do mundo, para encontrar idéias que possam impactar um milhão de pessoas em São Paulo, Budapeste ou qualquer lugar. Encontrar caminhos para fazer essas idéias virarem empresas. No próximo ano, vamos criar centenas de projetos em cinquenta ou cem países, para que se tornem empresas que solucionem problemas locais.

iG: As grandes corporações permitiriam que uma ideia revolucionária virasse realidade?
Rob Nail: Veja essa história. No começo do século 18, Napoleão deu um jantar para o rei de Sião, um jantar muito luxuoso. Para os generais, foi dado talheres de prata. Napoleão e sua família usaram ouro. Para o rei, que era o convidado mais especial, foi dado talheres de alumínio. Porque naquela época, alumínio era algo muito raro. Mas o alumínio é abundante na natureza. Cem anos depois, descobrimos a eletrólise [que tornou o alumínio banal] e agora jogamos alumínio no lixo.

Agora pense no problema da energia. Hoje, todos brigam – petrolíferas, empresas, governos – por esse recurso que parece escasso. Mas, em uma hora, o planeta é banhado com mais energia do sol do que toda a humanidade usa durante um ano. Nós não temos um problema de energia, temos problema para captar energia. O preço dos painéis solares caiu mais de 50% no último ano – e isso está acelerando. Algumas pessoas já dizem que, ainda nessa década, o custo de energia solar será menor que o da energia baseada em carvão. Isso altera a estrutura de poder. É uma questão de preço de commodity: se for mais barato, a mudança acontece. Uma petrolífera não pode mudar isso.

fonte>Pedro Carvalho,facebook , Denis abessa, ig

Cabra da peste…

Eu acho uma puta sacanagem, mas as imagens estão ai…

e a ovelha:

UMA LUZ NO FIM DO TUBO

Para quem não conhece o FIGUE DIEL, vale a pena conhecer este surfista de alma…

“Uma luz no fim do tubo” mostra a vida de Elias “Figue” Diel, 35 anos, que era uma promessa do surfe no final dos anos 80 e teve essa trajetória interrompida após um acidente de carro, aos 16 anos, que o deixou cego. No yoga buscou o desapego ao drama e há dois anos voltou a surfar impressionando todos. Imagens e depoimentos de amigos revelam a emoção de surfar junto com o Figue e a lição de vida que ele traz.

O SURFISTA

“oNLY A sURFER KNOWS THE FEELLING”

Sempre no início do ano dou uma limpa no meu armário.
Separo roupas que não servem, ou que não uso mais ,e que levo num orfanato pra doar.
Neste ano achei uma berma Billabong,e na etiqueta a frase acima.
Algo como: “Apenas o surfista conhece a sensação”

Vocês sabem do que estou falando

Aproveite e reflita a respeito:
tem algo que não usa?
roupas , livros, cadeiras, objetos, qualquer coisa
DOE BROTHER!!!!!!!!!!!!!

aloha máfia até amanhã

+3 de surfe

faltou 3 de surfe , afinal é disto que estamos falando,,,
e SuRFE, É PAZ É AMOR, É LIBERDADE DE EXPRESSÃO.
O SURFISTA É UM ARTISTA QUE RISCA AS ONDAS COMO O PINCEL RISCA AS TELAS DE PINTURA, DEIXANDO LÁ A MARCA DO ARTISTA.
AS ONDAS DESAFIAM O SURFISTA MARCANDO SEU TERRITÓRIO MIAS RÁPIDO.
O MOMENTO SUBLIME É QUANDO OS 2 ENTRAM EM SINTONIA E FAZER JUNTO O ESPETÁCULO
OVERDOSE DE AUSTRALIA……..

SURFE É:

SURFE É PODER ESQUECER DE TUDO…
SURFE É MEDITAÇÃO
NO MOMENTO EM QUE VC ESTÁ NO MAR, EXISTEM APENAS 3 COISAS NA TUA MENTE:

AS ONDAS
O SURFISTA (vc)
A pRNCHA
É ENERGIA EM MOVIMENTO EM HARMONIA COM O SER HUMANO

VIVA O SURFE!!!!!!!!!
minha humilde opinião

SURFE DIGITAL?

E vamos ao trabalho>>>>SURFE SURFE SURFE

Mais uma vez parabéns a revista Hardcore.
Quando necessário estarei frequentando este espaço
aloha

http://www.hardcore.com.br/desabafo/opinioes.html

Matt “Archy” Archbold

SEM COMENTÁRIOS
1 pouco de surfe, afinal é esta a idéia não?
SURFER PUNK ROCKER>>>>>>>>>>>

Os caras…

Esses dois num secret, num precisa dizer nada.

Texto Original:

Nat Young and Jordy Smith search and find a playful peak in Tazzie.

Nat Young????

Laje da Manitiba again

Vista de um outro angulo, gosto dessas filmagens…

Até segunda…

Surfista/shaper/ bicho grilo

Surfista/shaper/ bicho grilo

Veja o video e conheca um pouco da vida desse shaper americano que mora na australia .

ele leva um estilo de vida muito simples mas invejado por muitas pessoas.

ha’ alguns ,ele estava promovendo um filme na australia e numa entrevista na radio local conheceu uma DJ, com qual se casou e vive ate hoje numa fazenda bem perto das ondas.

ele chegou a um ponto que consegue ganhar a vida fazendo apenas uma prancha de madeira por semana .
suas pranchas sao comercializadas em varios paises..

ele nao faz mais pranchas porque prefere gastar seu tempo com a familia ou surfando.

ele utiliza o resto de madeira que sobra na confeccao das pranchas pra adubar as plantas que no futuro serao pranchas tambem.

Posted by chutaobalde

Benvindo Paulinho

Paulinho é um surfista de alma.
Curte acordar e ir pegar onda sem estresse e sem pressa.
A palavra de ordem é curtir o momento e a preparação deste nosso ritual quase que religioso.
(Bom pra mim surfe é religão).
Conheço o camarada a mais de 20 anos, e a vibe dele é a mesma de anos atrás, quando surfavámos picos mais desertos…(vc sabe bro)
O grande barato é que continuamos pegando onda,e vez por outra fazemos umas sessions juntos.
Ele é o mais novo integrante da Máfia.
Seja Benvindo Paulinho.
Teu surfe e tuas idéias serão compartilhadas na próxima reunião do Blog.
Aloha e Welcome